Jovem é agredido até ter o pescoço quebrado e é morto carbonizado

Assassino confesso disse ter se enfurecido após a vítima flertar com ele e que pisou no pescoço ‘até ouvir estalo’

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Com informações do Metrópoles

31.01.20 17h06

Reprodução / Facebook
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Jeferson Marques Ferreira tinha 28 anos e era funcionário terceirizado da Caixa Econômica Federal (Reprodução / Facebook)

Em depoimento prestado aos investigadores da 29ª Delegacia de Polícia (Riacho Fundo), o jovem de 19 anos acusado de assassinar Jeferson Marques Ferreira, 28, confessou ter cometido o crime após a vítima ter “flertado” com ele.

O assassinato ocorreu em dezembro do ano passado, mas o suspeito só foi preso na última quarta-feira (29). De acordo com a delegada Adriana Romana, o jovem “se enfureceu” quando o funcionário terceirizado da Caixa Econômica Federal demonstrou que queria se relacionar com ele.

“Ele afirma que, naquele momento, deu um mata-leão na vítima até ela desmaiar. Quando recobrou os sentidos, o autor voltou a agredi-lo. O suspeito nos disse que pisou no pescoço do Jeferson até escutar um estalo e pensou tê-lo matado naquela hora”, explicou.

Segundo os investigadores, com a vítima desmaiada, o acusado se dirigiu até um posto de gasolina e pegou um galão emprestado com um motorista de aplicativo, argumentando que iria abastecer o carro da namorada. No entanto, voltou para o local do crime para atear fogo em Jeferson.

Laudo cadavérico realizado pela perícia da Polícia Civil do DF (PCDF) atestou que Jeferson ainda não tinha morrido quando foi carbonizado pelo criminoso. “A vítima estava viva no momento do incêndio, pois havia fuligens nas vias áreas, indicando que estava respirando. Nós só não sabemos qual era o estado de consciência dela neste momento”, relatou a policial.

O preso vai responder por homicídio triplamente qualificado, em razão de motivo fútil, uso de fogo, sem chance de defesa do ofendido, seguido por furto qualificado (abuso de confiança).

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