JOSÉ ALEXANDRE PRIMO, O MAIOR COMERCIANTE DE PELES DE ANIMAIS SILVESTRES NA REGIÃO.

ESPECIAL 163 ANOS DE ITAITUBA- MARCOS DE NOSSA HISTÓRIA-ALEXANDRE PRIMO

Alexandre Primo se destacou nesse comércio da época

  Como tantos migrantes Nordestinos que vieram para a Amazônia em busca de dias melhores, o cearense, vindo de Fortaleza, José Alexandre Primo chegou em nosso município no ano de 1962(tendo tido uma rápida passagem por Bacabal no Maranhão).Em 1966, Itaituba iniciava uma forte economia,que inclusive eram quem ajudava a desenvolver o município, já que dessa atividade econômica vinham os maiores impostos.

Alexandre Primo aqui iniciava sua vida de comerciante  como comprador e vendendo de Pele de animais domésticos e silvestres. Nessa época (1966) Itaituba tinha apenas duas casas comerciais, sendo que a principal delas era a caça, a pesca e outros produtos.

Nesse período não existiam leis ambientais, nem restrições como nos aias atuais no Mercado municipal de Itaituba era livre a venda da carne de animais silvestres que haviam em abundância, entre elas carne de anta, cutia, paca, porco-Caititu, veado e tatu.

Mas além da carne o comerciante ganhou muito dinheiro também vendendo peles de lontra, onças, gato maracajá, tendo um comprador em grande escala em Fortaleza.

Alexandre Primo considerado o maior comprador de Peles de Animais Silvestres no Tapajós mantinha um contrato de compra e venda de mercadorias como compromso de repassar as peles com exclusividade para a empresa cearense (de Fortaleza) Irmãos Fontenelle & Cia, exportação de comércio.

A empresa que fica na Av. Alberto Nepomuceno 113(que exportava também cera de carnaúba além de peles), sempre remetia a titulo de capital de giro determinadas que variavam entre 40 a 100 mil cruzeiros para que pudesse assim acompanhar a oscilação de preços(uma cotação da época) para comprar sempre com preço menor já que o negocio eram sempre feito a vista.

O dinheiro era repassado como adiantamento ou então a título de cessão de crédito, sendo  que em algumas vezes tanto era o grau de confiança entre a empresa cearense e José Alexandre Primo que ela depositava quantias vultosas para a época,as vezes até com quantia de duzentos e nove mil,quatrocentos e quatorze cruzeiros e oitenta e sete centavos.

obs: Essa pequisa foi feita pessoalmente com o ex vereador antes de sua morte,são dados oficiais repassados por ele. No livro virá mais amplo o artigo.Pesquisa feita por nazareno Santos

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