Advogado acusado de trípice homicidio em Itaituba fala pela primeira vez sobre o caso: afirma ser inocente e se justifica.

Altair dos Santos, acusado de ser o mandante do crime.

ALTAIR FOI TIDO COMO PRINCIPAL SUSPEITO EMBORA SEM NEGASSE QUALQUER PARTICIPAÇÃO NO CRIME

Em áudio gravado por Altair do Santos, divulgado em grupos de Whatsapp, o advogado afirmou que é inocente da acusação que o coloca como culpado de encomendar a morte da ex-esposa Leda Marta Luck dos Santos, que culminou também no assassinato da filha do casal, de 9 anos, e da secretária de Leda, Hellen Taynara Siqueira Branco. Os crimes completam atualmente cerca de seis anos e tem como principal suspeito de autoria Dejaci Ferreira de Sousa.

Trecho do pronunciamento do advogado:

TRIPLO FEMINICIDIO

“Fui preso, condenado de forma covarde e prematura, perante opinião pública e amordaçado por um inquérito policial, pois embora não tivesse cometido nenhum crime, fui acusado de forma leviana e irresponsável por autoridades e até membros da minha entidade de classe local de que eu seria um suposto mandante do crime que destruiu a vida da minha família, crime cometido por um indivíduo que eu nunca vi, nunca trabalhou para mim e sequer eu sabia da sua existência. Mas, desde o primeiro momento, a polícia, ao identificá-lo por imagens da câmera, já sabia que se tratava de um homem detentor de extensa ficha policial e que já havia sido condenado por crime de furtos e roubos em lojas da cidade por onde passava. O delegado de polícia, deslocado da cidade de Santarém para conduzir as investigações, foi para comarca local do ocorrido com um único objetivo: fabricar provas para me incriminar, sem se importar com a finalidade de toda e qualquer investigação policial (…) para conseguir mentirosamente demonstrar que um inocente era o culpado de um crime que jamais cometeu. Durante o inquérito, depoimentos foram fraudados, documentos foram falsificados e outros foram recebidos pelo delegado de polícia sem nenhuma origem ou identificação, bem como outros documentos ainda foram incluídos no inquérito mesmo após a autoridade policial descobrir que se tratavam de documentos furtados, não tinham nada a ver com o crime (…)”.

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