Irmã Dulce é canonizada pelo Papa e é a primeira santa brasileira

Baiana é reconhecida pela Igreja Católica oficialmente por dois milagres; processo de canonização foi o terceiro mais rápido da história

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Redação Integrada

13.10.19 7h07

Obras Sociais Irmã Dulce / Divulgação

Uma brasileira oficialmente é santa. Na manhã deste domingo (13), o Papa Francisco canonizou, no Vaticano, a baiana Maria Rita Lopes Pontes (1914-1992), a irmã Dulce. Com dois milagres reconhecidos pela igreja, ela será chamada a partir de agora como “Santa Dulce dos Pobres”.

‘Sua dedicação aos pobres tinha uma raiz sobrenatural e do Alto recebia forças e recursos’, ressaltou o Vaticano.

Autoridades brasileiras estiveram na Praça São Pedro, como os presidentes da Câmara e do Senado, além de governadores e assessores. 

O processo de canonização de Irmã Dulce foi o terceiro mais rápido da história da Igreja Católica, apenas 27 anos após a morte, ficando atrás somente do Papão João Paulo II e de Madre Teresa de Caucutá.

“Santa Dulce dos Pobres” é reconhecida pelo milagre Claudia Cristina dos Santos, que em 2001 esteve 18 horas padecendo de hemorragia, que cessaram após oração da freira. O segundo caso, mais recente, aconteceu em 2014, quando o maestro José Maurício Moreira recuperou a visão depois de sofrer de um glaucoma.

Além de Irmã Dulce, um teólogo inglês, duas freiras (uma italiana e uma indiana) e uma catequista suíça foram canonizados.

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